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Novo recurso do Google te ajudará a encontrar voos mais baratos

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O Google está introduzindo um novo recurso que ajudará você a encontrar os voos mais baratos para sua próxima viagem. A empresa anunciou na quarta-feira que está adicionando uma nova aba “mais barata” no Google Flights.

Até agora, o Google exibiu o que considera as “melhores” opções no topo dos resultados com base em preço e conveniência. No entanto, algumas pessoas podem estar dispostas a abrir mão de alguma conveniência se isso significar gastar menos dinheiro.

Agora, se você clicar na aba “mais barato”, verá os preços mais baixos disponíveis. Por exemplo, você pode ver um link para um site de reservas de terceiros oferecendo um preço menor do que o da própria companhia aérea. Ou você pode ver a opção de economizar dinheiro voando de volta para um aeroporto diferente na mesma cidade de onde você voou, como partindo de LaGuardia, em Nova York, e voando de volta para JFK.

O Google observa que algumas das opções na nova aba são mais “criativas”, pois incluem coisas como escalas mais longas, autotransferências, nas quais você mesmo reserva dois voos de conexão, ou a opção de comprar diferentes trechos da sua viagem por meio de várias companhias aéreas ou sites de reservas.

A empresa diz que o recurso é destinado aos momentos em que os custos são mais importantes do que a conveniência, pois a aba pode ajudar a ver os menores preços disponíveis e, então, permitir que você decida quais compensações deseja fazer.

A nova guia será lançada globalmente nas próximas duas semanas.

Créditos: TechCrunch

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WhatsApp terá anúncios e canais com conteúdo pago; veja como vai funcionar

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Propaganda vai aparecer no Status, área parecida com o Stories do Instagram. Segundo a plataforma, conversas não serão usadas para direcionar anúncios.

Onde vão aparecer os anúncios no Whatsapp?
O WhatsApp vai exibir anúncios no Status, área parecida com o Stories do Instagram. Além disso, canais poderão cobrar usuários por acesso a conteúdo exclusivo e pagar para terem mais destaque nas sugestões do aplicativo.
As mudanças se concentram na aba “Atualizações” e começam a ser liberadas nesta segunda-feira (16). Não haverá anúncios na aba “Conversas” e, segundo o WhatsApp, suas mensagens não serão usadas para direcionar propaganda.
O chefe global do WhatsApp, Will Cathcart, afirmou em entrevista exclusiva ao g1 que a plataforma quer garantir a todos que nada mudará em relação à privacidade e que o conteúdo compartilhado por usuários continuará sendo protegido por criptografia.
Ainda de acordo com o WhatsApp, seu número de telefone nunca será vendido ou compartilhado com anunciantes.
“Não podemos segmentar anúncios com base no que você diz ou em quais amigos você envia mensagens. Os anúncios serão baseados em como você usa a aba ‘Atualizações'”, afirmou.
Dos 3 bilhões de usuários em todo o mundo, 1,5 bilhão acessam a aba “Atualizações” diariamente, segundo o WhatsApp. A plataforma diz que os anúncios devem ajudar empresas e canais a chegaram num público maior.
“Há muitas empresas pequenas que não têm site ou aplicativo. Elas usam o WhatsApp para se comunicar com clientes”, disse Cathcart. “Queremos dar a elas a opção de alcançar pessoas que não estão em sua rede”.


Como serão os anúncios no WhatsApp
A propaganda no WhatsApp vai aparecer para quem acessa o que contatos postam no Status, que fica na aba “Atualizações”. O aplicativo mostrará conteúdo de empresas entre essas publicações.
Apesar de não saber o que você fala no aplicativo, o WhatsApp pode identificar quais são seus interesses a partir dos canais que você segue e em como você vai interagir com anúncios.
A propaganda também poderá considerar informações técnicas, como o modelo do seu celular, o tipo da sua conexão à internet e a sua localização geral (por exemplo, cidade e país, e não o endereço exato).
Outra fonte de informações sobre usuários é a Central de Contas, usada para integrar perfis de plataformas da Meta (Instagram, Facebook e WhatsApp). Se você tem essa opção ativada, o aplicativo usará dados das suas outras contas para direcionar anúncios.

Conteúdo pago em canais
O recurso de conteúdo pago em canais será liberado para um grupo selecionado antes de ficar disponível para todos.
Os administradores poderão definir os preços das assinaturas por conteúdo exclusivo nos canais. O pagamento será feito nas lojas de aplicativos do Google e da Apple, que cobram comissão por transações.
“Administradores estão expandindo seus canais e pensam neles como um negócio”, disse Cathcart. “Queremos oferecer mais ferramentas e, para alguns criadores de canais, a assinatura paga fará sentido”.
O WhatsApp tem regras contra conteúdo ilegal em canais. Com as assinaturas pagas, o aplicativo precisará evitar se tornar uma fonte de renda para quem compartilha esse tipo de material.
Segundo o chefe global do WhatsApp, a plataforma terá processos para garantir que administradores estejam de acordo com suas políticas. “Trabalharemos arduamente para tentar impedir que alguém faça uso indevido do sistema”, afirmou.

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A Apple Adquire Pixelmator: O Que Isso Significa para o Futuro da Edição de Imagens?

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Na última sexta-feira, a Pixelmator, uma renomada plataforma de edição de imagens, anunciou sua aquisição pela Apple. Essa notícia tem gerado grande expectativa entre os usuários e criadores de conteúdo, especialmente considerando o histórico da Apple em integrar novas tecnologias em seus produtos. Mas o que essa aquisição realmente significa para o futuro da edição de imagens e para os usuários do Pixelmator?

O Que É o Pixelmator?

Fundado em 2007 em Vilnius, Lituânia, o Pixelmator rapidamente se tornou um favorito entre os entusiastas da fotografia e designers gráficos. Com uma interface intuitiva e uma ampla gama de ferramentas de edição, o Pixelmator Pro, junto com suas versões para iOS e Photomator, conquistou uma base fiel de usuários. A empresa destacou em seu anúncio que, apesar da aquisição, não haverá “nenhuma mudança material” em seus aplicativos, pelo menos a curto prazo.

O Impacto da Aquisição

Embora a Pixelmator tenha garantido que a autonomia de seus aplicativos será mantida inicialmente, a história de aquisições da Apple sugere que essa situação pode mudar. A Apple é conhecida por integrar tecnologias adquiridas em seus próprios produtos, e a adição dos recursos do Pixelmator ao aplicativo Fotos da Apple parece uma possibilidade iminente.

A Revolução da Inteligência Artificial

A aquisição ocorre em um momento em que a Apple está se tornando cada vez mais agressiva na integração de inteligência artificial em seus aplicativos. Recentemente, a empresa lançou o recurso Clean Up, que permite remover elementos indesejados de fotos, uma resposta direta ao Magic Eraser do Google. Essa tendência sugere que a Apple pode estar planejando incorporar funcionalidades avançadas do Pixelmator em suas futuras atualizações.

O Que Esperar do Futuro?

Com a Apple no comando, o Pixelmator tem a oportunidade de expandir seu alcance e impacto no setor criativo global. A empresa expressou entusiasmo em atingir um público ainda maior e causar um impacto positivo na vida de criadores ao redor do mundo. No entanto, a exclusividade do Pixelmator no ecossistema Apple, sem planos imediatos para uma versão Android, pode limitar seu crescimento em um mercado mais amplo.

Conclusão

A aquisição do Pixelmator pela Apple marca um novo capítulo para a plataforma de edição de imagens. Enquanto os usuários atuais podem continuar a desfrutar de suas funcionalidades sem mudanças imediatas, a expectativa é que a Apple utilize essa tecnologia para aprimorar ainda mais suas ofertas de edição de fotos. Fique atento às novidades, pois o futuro da edição de imagens pode estar prestes a se transformar de maneira significativa.

Com essa aquisição, a Apple não apenas fortalece sua posição no mercado de edição de imagens, mas também promete inovações que podem beneficiar criadores e fotógrafos em todo o mundo. O que você acha dessa mudança? Deixe sua opinião nos comentários!

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Apple Intelligence: Tudo o que Você Precisa Saber Sobre o Lançamento!

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Após meses de expectativa, a Apple Intelligence finalmente foi revelada na WWDC 2024, em junho. Em meio a um mar de inovações em inteligência artificial, muitos se perguntavam se a Apple havia ficado para trás. No entanto, o que vimos foi uma abordagem singular e pragmática, típica da gigante de Cupertino, que promete transformar a experiência do usuário com novos recursos inovadores.

O Que é a Apple Intelligence?

Apple Intelligence é mais do que uma simples ferramenta; é uma integração inteligente que potencializa os aplicativos já existentes. Com foco na experiência do usuário, a Apple desenvolveu uma plataforma que utiliza modelos de linguagem avançados para oferecer funcionalidades que realmente fazem a diferença.

Recursos que Chegam com a Apple Intelligence

Durante o evento do iPhone 16, em setembro, a Apple apresentou uma série de recursos baseados em IA que serão incorporados aos seus dispositivos. Entre as novidades estão:

  • Ferramentas de Escrita: Disponíveis em aplicativos como Mail e Messages, essas ferramentas ajudam a resumir textos longos, revisar e até escrever mensagens automaticamente, tudo com base no seu estilo e tom preferido.
  • Geração de Imagens: Com a capacidade de criar emojis personalizados (Genmojis) e um novo aplicativo chamado Image Playground, a Apple também está inovando na criação de conteúdo visual de maneira fácil e divertida.
  • Siri Reimaginada: O assistente inteligente da Apple ganhou uma atualização significativa, tornando-se mais integrado aos sistemas operacionais e permitindo uma interação mais fluida com outros aplicativos, como a edição de fotos diretamente em mensagens.

Quando e Como Você Pode Acessar?

A primeira onda de recursos do Apple Intelligence será lançada em outubro, através das atualizações do iOS 18.1, iPadOS 18.1 e macOS Sequoia 15.1. Os usuários poderão desfrutar de ferramentas de escrita e melhorias no Siri, com uma segunda onda de funcionalidades programadas para o iOS 18.2 e além.

Compatibilidade: O acesso será gratuito para dispositivos como iPhone 16, iPad Pro (M1 e posteriores) e MacBooks mais recentes. Apenas as versões Pro do iPhone 15 terão acesso inicialmente, mas espera-se que toda a linha do iPhone 16 seja compatível.

Segurança e Privacidade

A Apple se comprometeu a manter a privacidade dos usuários. A empresa optou por um modelo de computação em nuvem privada que assegura que os dados sejam tratados de forma segura e eficiente, minimizando a dependência de servidores externos.

Integração com Terceiros

Além dos recursos nativos, a Apple também planeja parcerias com serviços de IA generativa. A integração com o ChatGPT, prevista para o iOS 18.2, permitirá que os usuários façam perguntas complexas e acessem funcionalidades aprimoradas diretamente através do Siri, como planejar viagens ou buscar receitas.

Conclusão

A Apple Intelligence não é apenas mais uma adição à linha de produtos da Apple; é um passo significativo na integração da inteligência artificial no cotidiano dos usuários. Com recursos inovadores e uma abordagem centrada na experiência do usuário, a Apple está pronta para levar a tecnologia a um novo patamar. Fique atento às atualizações e prepare-se para explorar tudo o que a Apple Intelligence tem a oferecer!

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